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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Custos da viagem para Assunção

Infelizmente não anotei todos os gastos certinho, mas tenho algumas notas fiscais com valores que vou compartilhar aqui, só pra ter uma noção:

Refeições: variou entre 33.000 guaranis e 160.000 guaranis (dependendo do restaurante)

Garrafa de água de 1 L: 8.000 guaranis

Uma casquinha no McDonalds: 3.500 guaranis

Tênis Outlet Adidas: 261.000 guaranis

Par de meias Outlet Adidas: 45.000 guaranis

Táxi: às vezes que pegamos pra andar dentro da cidade ficou na faixa de 21.000 a 25.000 guaranis

Hotel: 1.200.000 guaranis

Como disse anteriormente, trocamos 800,00 reais na casa de câmbio do aeroporto e conseguimos 1.122.800 guaranis. Esse dinheiro não foi suficiente para todos os gastos que tivemos no total, então, no último dia precisamos trocar mais um pouco. Trocamos mais 82 reais numa casa de câmbio no centro e deu 147.500 guaranis. Quanto mais dinheiro troca, às vezes eles dão um desconto e tals, mas já dá pra perceber que a taxa entre os dois foi muito diferente e que realmente não vale a pena trocar dinheiro no aeroporto :)

E assim, concluo meu passeio pro Paraguai =D agora posso começar a falar sobre planos mais interessantes...
Até mais,
Mari! =D




quinta-feira, 13 de julho de 2017

Curiosidades e impressões sobre Assunção/Paraguai

- Não tem semáforo na cidade. Normalmente, cada motorista para seu carro no cruzamento, dá uma olhada e passa se não tiver ninguém vindo. Apesar disso, não vimos trânsito ou congestionamentos (não sei se fomos numa época em que a cidade está mais vazia ou se é assim mesmo sempre). Também não vimos faixa de pedestre, então, era meio que "cada um por si" na hora de atravessar as ruas hehe e os motociclistas também não usavam capacete. No geral, não sei se é porque não conheço as leis de trânsito paraguaias, mas achei a cidade meio bagunçada nesse quesito.

- Uma coisa que me chamou muito a atenção foram os cheiros. Em todo lugar que a gente entrava tinha um cheiro/perfume diferente (desde o aeroporto até a lojinha da esquina).

- Na rua, vira e mexe, aparecia uma pessoa com um monte de chipa (comida típica do Paraguai) para vender. Comi uma num restaurante e achei bem parecido com o pão de queijo do Brasil, só que mais "duro" e num formato diferente ~.^

- No McDonald's as opções de sabor de sorvete são baunilha ou doce de leite (e não chocolate, como é no Brasil).

- Eles faziam propaganda de vender refrigerante de 600 mL, mas quando a gente foi reparar, na verdade, a garrafinha é de 500 mL (mas nos anúncios era sempre 600 mL haha).

- Ao longo das ruas Palma e Estrella tem várias lojas tocando músicas de sucesso. E o que eles tocavam lá era basicamente música brasileira: desde Mamonas Assassinas (sim! Eles tocam muito Mamonas lá!!) até pagode e marchinhas de carnaval. Eles também pegam o ritmo de músicas brasileiras e trocam as letras (igual no Brasil, que pegam o ritmo de músicas americanas e põem outra letra em cima). Além disso, também toca muito reggaeton e catchaca (que é uma música típica do Paraguai).

- Os prédios no centro tem uma aparência de mal conservados por fora, mas alguns são bem arrumados por dentro! (outros nem tanto hehe)

- A comida no geral era muito barata! Um restaurante chique, de excelente atendimento e excelente comida lá saia mais ou menos o mesmo preço que um restaurante self-service aqui (convertendo para reais). Os restaurantes equivalentes ao self service de lá então, muito barato! Tanto é que a gente achou que ia pro Paraguai comprar coisas, mas fomos lá é pra comer!

- Não sei se a cidade normalmente é perigosa ou se é rotina lá, mas caminhando pela cidade a gente sempre via um (ou mais) policial por perto. E eles realmente trabalham: em duas situações vi pessoas sendo multadas. A primeira, foi um cara que parou "rapidinho" em um local proibido, mas não teve chance, foi multado na hora! Inclusive, ele tentou se explicar com o guardinha, mas não teve jeito. Multa! Na outra, foi um cara que passou que nem um doido num cruzamento. O guardinha viu e pediu pra ele encostar o carro. Mas ele ignorou, saiu esbravejando e seguiu a viagem. Mas o guardinha não se intimidou e anotou as informações do carro!

- Tem muito ônibus velho e carro velho circulando pelas ruas!

- É muito comum ver as pessoas levando uma garrafinha pra tomar tererê onde quer que estejam. Vimos pessoas com essas garrafinhas nos shoppings, nas ruas, policias em serviço, nas lojas... enfim, reparem que eles estarão em todos os lugares! Além disso, sempre tem uma lojinha que vende essa garrafa com os mais variados modelos e desenhos.

- Não sabíamos falar espanhol e conseguimos nos comunicar bem com os nativos! =D

- O dinheiro do Paraguai é composto por 4 moedas e notas acima de 2.000 guaranis. 

- Em muitas lojas eles dão o preço das coisas em guarani e em dólar (e às vezes só em dólar), principalmente em lojas de eletrônicos. Isso fazia uma confusão na nossa cabeça na hora de pagar, porque às vezes tinha que ficar convertendo na hora e eles usam uma taxa louca quando é assim. Então, dependendo do que for comprar, pode valer a pena pagar em dólares.

- Tinha muito brasileiro na cidade!! Sei que estava tendo um simpósio na mesma época e alguns brasileiros estavam lá por isso (e nosso hotel estava lotado por isso também), mas em todo lugar que a gente via, sempre tinha um grupo de brasileiros!

- Em algumas lojinhas de eletrônicos tem aparelhos de vídeo game antigos a venda! Além de jogos para os mesmos <õ>

Até mais,
Mari =D

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Quarto dia em Assunção (21/01/17)

Para aproveitar nosso último dia na cidade, fomos logo depois do café para um lugar que eu li em alguns blogs que parecia ser muito agradável para comer e passar algum tempo apreciando a cultura local: a Loma San Geronimo. Fomos novamente a pé num sol quente, passando por umas ruas meio esquisitas. Para chegar até lá tivemos que passar por um prédio militar e aproveitamos para pedir informações para eles de onde ficava. Eles indicaram que era só seguir mais um pouco a frente e disseram "Sorte" '-' a princípio achamos estranho, mas pensamos que talvez o "sorte" deles tivesse um sentido diferente de um "boa sorte" brasileiro e seguimos em frente. Depois de subir um morrinho difícil chegamos ao que parecia ser o local. 

Algumas coisas estavam parecidas com o que eu vi descrito em blogs, como casinhas coloridas e tinha até uma pintado "Bem vindo a Loma San Geronimo", mas a semelhança com o que eu vi era só essa. Não tinha lojinhas, nenhum local aberto para lanchar, nenhuma experiência cultural. Na verdade, a rua estava bem deserta. Como estávamos em muita gente, nos separamos para ver se tinha alguma coisa aberta, entramos nas ruelas que tinha, mas não encontramos nada além de lojas fechadas e locais parecendo mal conservados (a sensação que eu tive é que tentaram fazer dali um ponto turístico, mas por algum motivo não deu certo). Quando nos reunimos para decidir o que faríamos, uma pessoa passa na rua, para e fala em espanhol "Vocês não são daqui. Vão embora". E seguimos o conselho e fomos mesmo. Não sei se fomos num dia ou horário ruim (mas acredito que não, porque fomos no domingo de manhã em pleno janeiro férias! Se um local turístico não funciona nesse período, não sei o que deveria funcionar), mas não recomendo a atração.

Voltamos pelo mesmo caminho para o hotel e  perguntamos pro recepcionista onde tinha um restaurante típico paraguaio pra gente almoçar ali por perto. Ele recomendou um chamado Bolsi e seguimos o conselho dele. Mas depois que entramos, não sei se a comida que ele vende pode ser considerada "típica" do Paraguai, porque até bife a cavalo tinha lá heheh (apesar de ter alguns pratos específicos do Paraguai, a grande maioria eram pratos que encontramos por aqui também). O restaurante é a la carte e barato, se for considerar o padrão de atendimento e comida que tivemos (se estivesse no Brasil, seria um restaurante caríssimo, mas lá pagamos mais ou menos o equivalente a um almoço em um self service daqui).

Eles oferecem de entrada chipa e alguns pãezinhos deliciosos (que já seria suficiente para uma refeição). Os pratos são muito bem servidos e muito gostosos! Não tive do que reclamar, recomendo muito!

Exemplos dos pratos comidos (e dos pãezinhos deliciosos!)

A trupe (quase) toda
A tarde, decidimos passear em algum shopping, pra ver se valia a pena comprar alguma coisa. Resolvemos ir ao Shopping Mariscal, por ele ser um grande shopping (inclusive, o shopping tem duas partes, em lados diferentes da rua e pra ir de um lado para o outro tem que passar por uma passarela que passa por cima da rua). Neste shopping (mas acho que nos outros também) tem um ponto de atendimento ao cliente, onde dá pra pegar uns cupons de desconto para compras para turistas. São cupons de 10% de desconto para usar nas lojas. Andamos aquele shopping todo, mas não vimos nada que valesse muito a pena comprar. É um shopping como qualquer outro, com lojas de eletrônicos, roupas, sapatos, etc... 

Fomos e voltamos de táxi. Quando chegamos ao hotel descansamos um pouco e fomos comer num barzinho que tem ali por perto, com uma temática meio pirata (que eu não lembro o nome :/). Do lado de fora estava tendo um showzinho ao vivo, mas preferimos ficar do lado de dentro, que estava mais calmo. Novamente, a comida era barata (pedimos algumas porçõezinhas de coisas variadas) - e, para quem bebe cerveja, os preços também não eram ruins!


Depois disso, voltamos ao hotel e nos preparamos para partir no dia seguinte de volta ao Brasil!!
Beijos,
Mari!!

PS: nunca fique perto de alguém brincando num simulador de realidade virtual no meio do shopping, porque essa pessoa pode acabar quase beijando um desconhecido que estava passando (e nem saber disso!)

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Terceiro dia em Assunção (20/01/2017)

Hoje foi o dia de turistar! Fizemos um tour a pé pelos pontos turísticos da cidade, passando pela Catedral, Palácio do Governo, Parlamento e indo até a Praça Uruguaia. Todos esses pontos ficam relativamente perto e conseguimos cobrir todos durante a manhã. Da praça Uruguaia (um local bastante agradável pra passar uma tarde, fazer um piquenique), pegamos a Mcal. Estigarribia para ir ao Panteón dos Heróis (um museu), mas estava fechada devido a uma reforma. Continuamos descendo pela Palma e, por coincidência, encontramos o resto da família na loja da Adidas fazendo a festa! Então, ficamos por lá (e aproveitamos pra comprar algumas coisas também hehe).






Fomos almoçar no restaurante La Esquina, mas chegamos meio tarde. Estava vazio, mas não tinha mais taanta variedade de comida. Depois de comer, as mulheres voltaram pro hotel para tomar banho, pegar as coisas e irmos ao Gran Hotel del Paraguay nos arrumarmos para o casamento. Os homens disseram que iam dar mais uma voltinha e depois iriam pra lá.

Pegamos um táxi num ponto de táxi bem em frente ao hotel que estávamos hospedados e fomos. No geral, os táxis de lá são carros bem antigos e o preço não tá tão caro assim. Alguns motoristas fazem um preço fixo (principalmente para o aeroporto), mas geralmente eles tem o taxímetro, que diz o preço da viagem. 

O Gran Hotel del Paraguay é muito bonito! Tem uma recepção enorme, com sofás pra ficar lá. Mais pra dentro, tem um jardim com uma fonte e até uma rede. Alguns quartos ficam ao redor desse jardim, outros no segundo andar. Também tem piscinas e um outro salão enorme (que é onde foi o casamento). O único problema é que fica um pouco longe do centro (mas nada que um táxi não resolva). Os quartos são um pouco menores do que onde eu fiquei, mas são bem organizados e arrumados.

Depois daquele nervosismo de algumas pessoas preocupadas se o resto do pessoal ia chegar a tempo (chegaram), de arrumar todo mundo e etc... fomos para o casamento em si. Tudo muito bonito e arrumado, a comida espetacular. Algumas diferenças com casamentos do Brasil é que o noivo e a noiva tem uma mesa só deles bem no centro; ao invés de jogar o buquê, a noiva joga um sapo de pelúcia (para se transformar num príncipe); e, na pista de dança, ao invés de ficarem grupinhos, as pessoas ficam alinhadas em duas filas, uma de frente pra outra! Tocou muito reggaeton, algumas músicas brasileiras e algumas músicas antigas. Foi uma boa festa =D

Voltamos tarde para o hotel e fomos logo dormir para podermos aproveitar nosso último dia!
Ate mais,
Mari =D

terça-feira, 4 de julho de 2017

Segundo dia em Assunção (19/01/17)

Depois de tomarmos um café reforçado no hotel, saímos mais uma vez para dar uma voltinha a pé, dessa vez com destino à Calle Palma e Calle Estrela, para fazermos compras (ou assim esperávamos). O começo (ou fim) dessas ruas fica bem próximo ao hotel que estávamos, então, o acesso foi super rápido. Elas são duas ruas paralelas conhecidas pelas lojas que tem nelas. Muitas lojinhas de todos os tipos: eletrônicos, roupas, sapatos (tem um outlet da Adidas, além de outras lojinhas não tão conhecidas. Entramos em uma que parecia mais um lugar de estoque do que de venda. Os preços até que não eram tão ruins, mas o lugar era esquisito), comida, câmbio (váárias. É onde recomendo trocar dinheiro), artigos para presentes, lojas com coisas típicas do Paraguai, lembrancinhas... acho que tem um pouco de tudo lá!

Além dessas lojinhas de rua, tem umas outras lojas que ficam dentro de uns prédios (que lembram um shopping, mas um pouco menos arrumado/organizado) e tem outros prédios com umas lojas em que cada andar vendem produtos diferentes (um só de roupa feminina, outro só roupa masculina, outro só sapatos, brinquedos, etc...). Alguns que a gente foi foram: Unicentro, Supercentro e Galeria Central. Um era mais voltado para artigos eletrônicos e os outros vendiam mais roupas ou coisas gerais. Mas nesses prédios tinha muita loja fechada, ainda mais quando estava mais afastado da entrada, não sei porque. 

No geral, não sei se porque o dólar estava meio alto na época que fomos ou se Assunção não é um bom local para compras mesmo (quando comparado às cidades do Paraguai que fazem fronteira com o Brasil, como a Ciudad del Este), não achamos que tinha muita coisa que valia a pena comprar lá. Acho que a única loja que estava com preços realmente bons era o Outlet da Adidas, além de algumas lojas de roupas que também estavam com uns preços razoáveis. Com relação a eletrônicos e jogos de vide game, o preço estava mais ou menos o mesmo do Brasil (sendo que no Brasil ainda dá pra dividir, etc...), então, preferimos não comprar lá.

Em uma dessas ruas também tem um posto de informações turísticas, onde dá pra pegar mapas e cupons de descontos pra usar nos shoppings. Nesse lugar também vendem alguns artesanatos e tem uma exposição de moedas de vários países!

Moedas de vários países =D
Nesse dia (e nos outros também) almoçamos num excelente restaurante chamado "La Esquina". Ele fica subindo uma das ruas que cortam a Estrella/Palma (não lembro agora o nome da rua). É um restaurante tipo self-service, mas um pouco diferente: você pega o tanto de acompanhamento que quiser e uma (ou mais) carnes. Aí o preço é de acordo com o tipo e a quantidade de carne que pego (cada uma tem um preço). A pessoa do caixa olha pro seu prato e fala qual o preço (mas tem uma tabela de preços pra ter uma noção também). De qualquer forma, acabou saindo muitoo barato. Além disso, quando os atendentes perceberam que éramos brasileiros, falaram o básico em português com a gente (especialmente os nomes dos sucos hehe porque não estávamos entendendo nada em espanhol). Todos foram muito atenciosos lá, a comida e o suco estavam gostosos (e era parecida com o do Brasil: arroz, salada, batata, macarrão), o ambiente era arrumado e agradável, então, recomendo muito comer lá! Só é um pouco cheio dependendo da hora que for (acho que a partir de meio dia e meia até uma e meia é a hora mais cheia), mas vale muito a pena!

Almoçando no restaurante La Esquina
A tarde o resto do pessoal da minha família iria chegar, então, no começo da tarde voltamos pro hotel para esperá-los. Depois que chegaram, fomos nos encontrar com o pessoal que estava hospedado no Gran Hotel del Paraguay e fomos jantar. Primeiro, demos uma olhada em um lugar onde tem vários barzinhos e coisas de comer de todo o tipo chamado Passeo Carmelitas. Era tipo um point da cidade, mas nenhum desses barzinhos nos agradou, então, atravessamos a rua e fomos no TGY Fridays =D a comida lá estava boa e era muito bem servida (acho que todos os pratos eram suficientes para duas pessoas comerem). O preço até que não estava tão caro assim também...

E assim terminou nosso segundo dia no Paraguai xD
Até mais,
Mari! ;)

domingo, 2 de julho de 2017

Primeiro dia em Assunção (18/01/2017)

Saímos cedo de Brasília com destino a São Paulo, onde seria nossa conexão. Como íamos ficar um tempo no aeroporto e tomar café da manhã lá, levamos algumas comidas porque sabíamos que comer no aeroporto é caro pra caramba (e é mesmo!). Então, levamos algumas coisitas para comermos enquanto esperamos.

Nosso café da manhã xD
 O voo pra Assunção saiu no horário e é super rápido (achei que era mais demorado, mas é mais ou menos o mesmo tempo de Brasília - São Paulo). Antes de sair do país eles passaram inseticida na aeronave. Ao chegar no Paraguai, passamos pelos oficiais, onde eles checam os documentos (como fomos com o passaporte, eles carimbaram. Quem vai com a identidade eles só conferem mesmo) e seguimos caminho. Antes de sair do aeroporto propriamente dito, tem uma casa de câmbio lá dentro mesmo. NÃO TROQUE DINHEIRO LÁ (a não ser que precise de um pouco pra pagar o táxi ou comer algo). A taxa deles é cara e tem vááárias outras casas de câmbio mais baratas no centro da cidade que valem muito mais a pena.

Como não sabíamos disso, acabamos trocando nosso dinheiro no aeroporto mesmo. Não sabíamos ao certo quanto iríamos gastar nos 4 dias, então, decidimos aleatoriamente trocar reais suficientes para termos um milhão de guaranis e podermos falar que fomos milionários pelo menos uma vez na vida xD (se não me engano, foi cerca de 800 reais que trocamos).

Milionários \õ/
Meu primo foi nos buscar no aeroporto e fomos almoçar em um shopping (não lembro mais o nome, mas foi um mais afastado da cidade). Depois ele nos deixou no hotel e foi resolver as coisas do casamento. Fizemos o check-in e perguntamos pro moço da recepção se ele tinha um mapa e como a gente fazia pra chegar na Costanera. Ele nos explicou e não perdemos tempo e fomos andando até lá!
Não é muito longe da onde ficamos, mas como era verão, estava muito quente e com sol, então, foi um pouco cansativo.

Mapa que o hotel deu
A Costanera é um dos pontos turísticos de Assunção, onde as pessoas vão pra andar de bike (tem vários lugares no próprio calçadão da Constanera que alugam), de barco ou de caiaque (quando fomos não tinha muitas opções de alugar coisas aquáticas, acho que porque o rio estava muito baixo) e lanchar (com alguns foodtrucks). Tem uma área de areia, onde tinha gente jogando bola e praticando exercícios físicos também. A região tem muito potencial para ficar bonita daqui alguns anos, mas quando fomos, tinha poucas opções de sombra (tinha um jardim com cara de ter sido feito recentemente, com árvores ainda em crescimento), o que foi ruim por ter sido um dia quente e ensolarado. Demos uma voltinha rápida por lá e depois fomos embora.

Vista da cidade e do parque na Costanera

Costanera :) (com o rio baixo)
Voltamos caminhando e conhecendo a área ao redor do hotel. Fomos procurar uma lojinha tipo um mercadinho, para comprar alguns suprimentos (tipo água, lanchinhos, etc...), para deixarmos reservado no hotel para emergências. No quarto tem um frigobar, onde pudemos guardar coisas. Achamos os preços dos produtos do mercadinho mais baratos do que os produtos equivalentes encontrados no Brasil.Tem muito produto que tem aqui e tem lá também.

Depois de toda essa caminhada, voltamos para o hotel para descansar para o próximo dia.

Até mais,
Mari =D

OBS: Os paraguaios não sabem passar informações de caminhos muito bem (ou tivemos azar e perguntamos só pra pessoas que não sabiam explicar). Quando estávamos saindo do aeroporto, precisamos pedir informações pra uma pessoa na rua sobre como chegava no shopping e as instruções foram, sem brincadeira: "siga o ônibus" e "vira onde todo mundo vira" '-' 

sábado, 1 de julho de 2017

Viagem ao Paraguai

Antes de falar dos novos projetos, vou começar contando minha experiência da viagem para o Paraguai que fiz em janeiro de 2017 (queria ter postado antes, mas estive meio sem tempo esses meses). Decidi escrever aqui minhas experiências, pois, além de querer deixar registrado, achei poucas informações (e algumas até meio equivocadas, que me fizeram passar por situações "complicadas") sobre turismo em Assunção, a capital do Paraguai, quando estava me preparando para ir a um casamento lá. Então, vamos começar!

A primeira coisa que precisamos fazer no planejamento para a viagem foi comprar as passagens. Como não tem voo direto daqui de Brasília, fizemos conexão em São Paulo (não são muitos vôos diários que tem. Fomos de Gol e os horários de viagem disponíveis eram por volta da hora do almoço e mais pro fim da tarde, tanto ida quanto volta). Apesar da Gol vender a passagem com a conexão junto, decidimos por comprá-las separadas (compramos o trecho Brasília-São Paulo da Avianca), porque saiu mais barato do que se comprássemos tudo por uma companhia só. Inclusive, como tínhamos certa flexibilidade de dias e horários, na volta, chegamos do Paraguai em São Paulo no domingo, mas só fomos embora na segunda as 16h, porque saía mais barato pagar um hotel (ficamos no Ibis Guarulhos, muito bom!) e viajar na segunda do que voltar pra Brasília no domingo mesmo!

Mas comprar as passagens de companhias diferentes foi um risco que corremos, porque se o voo da Avianca atrasasse, poderíamos perder o da Gol. Se fosse tudo da mesma companhia, acho que não teria tanto problema caso acontecesse isso (felizmente, os voos estavam todos no horário, então, não tivemos com o que preocupar).

Além disso, precisamos procurar um hotel para ficar. O casamento a que iríamos ia acontecer no Gran Hotel Del Paraguay (excelente hotel, mas caro e longe do centro, onde ficam os pontos turísticos). Como queríamos fazer tudo a pé, decidimos alugar um hotel no centro (e mais barato!). Usamos o site do Booking para a pesquisa e o aluguel. O procedimento para aluguel pelo site é muito simples e deu tudo certo! 

Inicialmente, queríamos ficar no hotel Bristol, que era bem localizado, num preço bom e um casal num outro blog ficou lá e gostou. Mas quando fomos alugar, ele já estava lotado :/ então, tivemos que procurar outro. Acabamos optando pelo Assuncion Palace, que também era bem localizado e num bom preço. O prédio é um pouco antigo, mas os quartos são bem arrumados (e enoormes). O café da manhã era muito bom, com opções de frutas, pães, bolos, leite, iogurte e eles ainda faziam ovo se pedisse. A equipe era muito simpática, mas não falam português. O que era um "problema" (pero no mucho), porque nem eu nem o marido falamos espanhol hehe perguntei se poderíamos nos comunicar em inglês e eles disseram pra falar em português mesmo que eles entendiam. E eles respondiam em espanhol e deu tudo certo! haha

Também pesquisamos algumas coisas na internet e fizemos um cronograma do que queríamos fazer em Assunção (mas que foi mudado ao longo dos dias).

Tabela que o marido fez no excel com a programação dia-a-dia
Depois do planejamento, vem a viagem em si, mas isso fica para o próximo post! ;)
Beijos,
Mari! =D