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sexta-feira, 10 de julho de 2020

Trabalho novo na engenharia (e espero que seja o último)

Fala gente Armando aqui outra vez pra um assunto interessante: arrumei outro emprego!

Então bora falar um pouco sobre o que aconteceu, né? Em Junho de 2019 (um dia antes do meu aniversário) eu fui chamado na sala do RH pra ter aquela "conversa". O gerente explicou que acharam o meu desempenho ruim (depois de quase 1 ano) e eles estavam letting me go (ninguém aqui usa o despedido/fired, só essas palavras menos impactantes). Eu sabia que meu desempenho não foi o real motivo, masssssss bola pra frente que atrás vem gente.

Vamos seguindo!

Entao desde Julho (me dei 15 dias de folga até porque meus pais estavam aqui e eu queria aproveitar eles um pouco) eu voltei pra caçada por emprego. Mas eu consegui o auxílio desemprego do governo então estava mais tranquilo pra não precisar aceitar qualquer emprego e levar um tempinho a mais pra achar um melhor.

Comecei procurando pelos lugares e vagas de onde tinha parado quando consegui o primeiro emprego e mandava currículos todo o dia, mas não conseguia passar pra nenhuma entrevista.

Em agosto consegui duas entrevistas pra emprego: uma numa empresa de design de peças de carro e outra com design de peças de caminhao. Apesar de ter achado que tinha ido bem sempre, tinha alguém melhor no páreo que conseguia a vaga. Acabei desanimando um pouco e diminuindo a busca e procurando alternativas de emprego pra mim. Nesse meio tempo achei melhor fazer um curso de Autocad pra melhorar meu currículo e procurar outros tipos de vagas.

Enquanto isso minha esposa linda chamada Mariana também tentava me ajudar olhando algumas vagas. E ela mesma tinha um alerta no indeed.ca para vagas da área dela. Num desses alertas ela viu um de técnico de laboratório no departamento de engenharia mecânica (olha ai o carma salvando o dia) em uma universidade da cidade.

Apliquei pra vaga com uma inspiração tanto pra fazer minha cover letter quanto para o meu currículo (sério tem dias que voce acorda inspirado) e mandei no própiro site da universidade. Mas entrou setembro e nada de resposta.

Aí olha so que interessante: depois de um tempo, a vaga sumiu e apareceu de novo. E o que eu fiz? Apliquei de novo! Se fosse pra me chamar, ia ser pela insistência. Fiz de novo meu currículo e cover letter e mandei sem nada a perder e ia continuar minha saga de procura do mesmo jeito.

Só que 1 semana depois recebi um email do RH da universidade falando que eu passei pra próxima fase de entrevista por telefone. Ai tinha um misto de esperança e medo. Ai comecou a etapa 2: treinar pra entrevista por telefone.

No curso que eu fiz no começo quando cheguei aqui eu peguei umas dicas de perguntas meio batidas de entrevista por telefone e criei meio que um "roteiro" com possíveis respostas me baseando no meu currículo e na descrição da vaga. Vale mencionar que esssa vaga era praticamente tudo o que eu fazia enquanto era bolsista no mestrado, que era tomar conta dos laboratórios e ajudar os alunos da graduação com os projetos. E foi uma parte que eu gostei demais porque era bem dinâmico e conhecia muita gente.

Então no dia da entrevista por telefone eu estava pronto. Consegui responder bem a maioria das perguntas que ela me mandou e ela falou que entraria em contato comigo em uma semana mesmo se eu não passase na entrevista (o que é bom porque você não fica naquela ansiedade de passou ou não). Só que passou 1...2 semanas e nada dela responder.

Angústia danada nessas 2 semanas

Já havia desistido quando na segunda feira recebi um email do RH da universidade falando que eu tinha passado por mais uma etapa e iria para a entrevista pessoal! Kra eu tava on fire!

Eu logo depois de receber a ligação do RH

 Novamente com a ajuda do que aprendi no meu curso fiz um roteiro e treinei bastante com a Mari (esposa devo muito a você S2) e no dia da entrevista com muita coragem e determinação botei meu terno e fui.

Pronto pra entrevista!

A entrevista foi com 3 pessoas: um iria ser meu chefe, o chefe acima dele e um professor do departamento. Era para ter uma quarta pessoa (do RH) mas ela estava ocupada nesse dia e não pode comparecer (acho que foi até bom porque não teve muita pergunta comportamental típica de RH). Foi umas das entrevistas mais difíceis que eu tive. Para vocês terem uma ideia uma das perguntas foi para eu escolher um fenômeno físico (me deram a opção de força de atrito e gravitação) e pediram para eu pensar num experimento que mostrasse esse fenômeno físico. Acha doideira? Depois me perguntaram como eu iria fazer a manutenção/renovação desse experimento. Né brinquedo não.

Pois bem saindo de lá achei que tinha mandado bem e eles iriam me retornar com uma resposta: Que foi positiva! Tinha conseguido passar nessa fase também. Aí você pensa: finalmente acabou! Acabou nada, senta que ainda estamos no meio da história.

Depois começou a saga das referências. Sim pediram pelo menos duas referências minhas. Então pensei vou mandar do gerente do RH da minha empresa antiga (que falou lá atrás que se eu precisasse de indicação era só falar com ele), e de um amigo da Toronto Tool Library (eu era voluntário, mas não tinha outra indicação de terras canadenses).

Foi uma saga mais longa que essa luta aí

Recebi um outro e-mail do Rh dizendo que a indicação tinha algumas regras: tinha que ser um chefe direto meu e não podia ser trabalho voluntário. Ai a casa caiu! Ia ter que falar com o meu chefe daqui e procurar outra indicação lá do Brasil para conseguir isso.

Então vamos por partes aqui. Primeiro fui tentar resolver o daqui porque parecia mais fácil. SQN! Mandei e-mail para o meu ex chefe e expliquei a ele a situação. Ele me falou que estava na Índia (ele é indiano) e voltaria em 1 semana. Aí pensei já era não vão esperar esse tempo todo, tentei argumentar com o RH da universidade se não podia ser uma indicação de outra pessoa desse trabalho, mas eles eram restritos com isso: precisava ser do meu chefe direto. Aí falei então vocês podem esperar ele voltar? Eles aceitaram e falaram que iam entrar em contato com ele em 1 semana para pedir a indicação. Só que ele demorou 2 semanas para voltar e nessa última semana eles quase desistiram, mas no final deu tudo certo e consegui a indicação.

Agora a parte 2: pegar a indicação do Brasil. Primeiro eu pensei para quem eu poderia pedir essa indicação? Pensei em 2 pessoas: meu orientador (já que era bolsista fazia bastante sentido pedir para ele) ou o técnico do laboratório que entrou mais ou menos quando eu comecei o mestrado e as vezes funcionava como meu chefe, já que ele quem organizava o laboratório em que eu fiz minha pesquisa. Optei pela segunda opção porque meu orientador não estava sempre comigo no laboratório, então, não saberia responder todas as perguntas da indicação (sim tem bastante perguntas do tipo porque você recomenda ele e qual o melhor tipo de abordagem para esse funcionário). Acabou que essa foi a parte mais tranquila do que pegar indicação do meu chefe do Canada.

Beleza passei em todas as entrevistas, peguei indicação, agora só correr para o abraço né? Errado! Não sei se foi um teste de perseverança, mas depois de tudo isso ainda me chamaram para uma segunda entrevista ao vivo porque estavam na dúvida entre eu e uma segunda pessoa. E falaram que dessa vez seria uma entrevista mais técnica (o que eu achei muito estranho porque já achei a primeira muito técnica, mas vamos lá). Seria com as mesmas pessoas que eu fiz a primeira entrevista. Fiquei mais tranquilo porque o pessoal pareceu muito gente fina na primeira.

Então de novo botei meu terno, me enchi de confiança e parti para a entrevista. Realmente foram perguntas mais técnicas do tipo que aparelho você já consertou na vida e quais ferramentas você já usou. Foi bem mais rápida (essa durou uns 30 minutos e a outra mais de 1 hora) e novamente eles iriam me avisar quando eles decidissem.

E nisso o tempo foi passando né? Toda essa história foi de setembro a novembro! E em novembro os pais da Mari vieram conhecer a famoso inverno que a gente tanto fala, e eu fiquei antenado no telefone e checando meu e-mail todo o dia.

E o tempo passou...

 Nunca vou esquecer do dia que recebi a notícia. Foi uma segunda feira e estávamos no ROM quando chequei meu e-mail e vi que tinha uma resposta da RH da universidade. Tremi muito abrindo o e-mail e me deu uma sensação ótima quando eu abri e estava lá dizendo que eu tinha conseguido a vaga e me mandaria a oferta de trabalho para assinar ainda no mesmo dia!

Então foi isso a história toda. Agora fazem 6 meses que estou no emprego novo e estou gostando muito dele (depois faço um post falado sobre o trabalho novo)

Até a próxima,
 
Armando Out!










PS1: depois que entrei lá descobri que a indicação do meu chefe daqui do Canada foi horrível e por isso que eles pediram para fazer uma segunda entrevista. Então fica a dica mesmo que prometam para você boas indicações não confie 100% nisso. Eu achava que tinha uma boa relação com o meu chefe e nunca imaginei que tomaria essa facada nas costas.

Tomem cuidado!

PS2: lembra que eu falei que a vaga sumiu e depois voltou? Descobri que na primeira vez que mandei uma pessoa foi contratada mas desistiu no primeiro dia porque esqueceram dela e não tinha nada preparado para ela começar a trabalhar aí ela saiu pela desorganização (o que acabou sedo bom para mim)

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Processo Professioal Engineer Ontario

E ai gente! Espero que vocês tenham tido boas entradas! Sei que demorou mais do que o previsto, MAS não vão se decepcionar. Finalmente vou falar um pouco sobre o processo de aplicação para ser Professional Engineer que eu fiz aqui em Toronto. Vou falar especificamente do processo daqui da província (Ontario) então caso você vá pra outra província pode ser que tenha algumas diferenças do processo.

Bom primeiro vamos a algum background certo? Aqui no Canadá como no Brasil tem um órgão regulador caso você queira exercer a profissão de Engenheiro (mas lembrando que você pode trabalhar com engenharia sem problemas aqui. Essa licença só serve caso você precise assinar os projetos). No caso do Brasil esse orgão é o CREA. Aqui na provincia de Ontario o orgão se chama PEO - Professional Engineeres Ontario (sim, aqui eles são bastante simples com siglas). Quando fiz o curso do ELT, um profissional do P.Eng foi lá explicar como funciona o processo. São dois tipos de comprovação que precisa: a educacional e a experiência de trabalho.

Vamos falar de uma por vez, porque aqui começa a complicar. Quando você faz um curso de bacharelado aqui no Canadá que entra na lista de Programas de engenharia credenciados no Canadá (vulgo CEAB, caso esbarrem com essa sigla por aí), a documentação para comprovação educacional que você precisa é o seu histórico e o seu diploma. Caso não tenha se formado no Canadá (que é o meu caso) o buraco é mais embaixo.

Primeiro você precisa pegar o seu histórico e o seu diploma e levar para uma tradução juramentada. Aí existem duas opções: ou você faz com um tradutor juramentado da Associação de Tradutores e Intérpretes de Ontário - ATIO (a tradução juramentada do Brasil não funciona) ou você mesmo pode traduzir e depois levar pra um P. Eng que você conheça e que fale a sua língua natal e eles meio que autenticam a sua tradução. Procurei na base de dados do PEO alguns engenheiros brasileiros daqui (na verdade olhei nomes que pareciam ser de brasileiros e entrei em contato com alguns através do Linkedin mas nenhum deles nem me respondeu). Então parti para o plano B de achar um tradutor juramentado.

Um amigo meu de Ottawa, que também fez esse processo, me passou o contato de um tradutor juramentado brasileiro e o preço estava bom, então, fiz com ele. Eu entrei em contato com ele no sábado e na quinta feira já tinha a tradução comigo.

Caso esteja tudo ok com sua graduação (inclusive se você estiver graduado aqui no Canadá), você recebe o título de Engineer in Training - EIT, para poder começar a ter a experiência de trabalho requerida.

Agora a parte da comprovação da experiência de trabalho para ser o P. Eng. Precisa de 5 anos de trabalho comprovado na área da engenharia e desses, 1 precisa ser no Canadá com um supervisor seu precisando ser um P. Eng. Se você tiver todo o tempo pedido sem a experiência canadense você pode passar por uma entrevista pra pegar a licença. No papel da aplicação você coloca as informações da empresa que você trabalhou (como o nome, endereço) e o nome do seu supervisor. No meu caso, como eu não tinha os 48 meses, eu nem me dei ao trabalho de preencher essa parte.

Com posse e todos os documentos você vai na sede do PEO que fica perto do metro da Sheppard-Younge e paga $360 CAD + taxas ($406,80 CAD no total). Eles então avaliam o seu processo (um grupo de voluntários olha o processo de todos os que aplicam) e depois de um tempo eles retornam com o resultado.

Aí depois disso tudo, vocês acham que o processo acabou, correto? Errado! Caso você tenha uma resposta positiva, tanto da comprovação escolar e do trabalho, você ainda precisa fazer a Professional Practical Examination - PPE, que nada mais é que uma prova de ética (sim, ética, por mais estranho que pareça), regulamentação da engenharia aqui em Ontário e responsabilidade profissional. Essa prova é obrigatória para todos, inclusive quem é formado engenheiro aqui no Canadá. Existem vários locais onde você pode fazer essa prova e ela é aplicada em 3 épocas do ano: abril, agosto e dezembro.

Aí depois que você completar tudo isso (comprovação educacional, 5 anos de experiência e prova de ética) é que você vai ser considerado um P. Eng. em Ontário.

No meu caso eu mandei o histórico e o diploma da graduação e do mestrado, mas segundo eles as disciplinas que eu fiz não foram suficientes para se equiparar a um bacharel canadense. Então, pra eu continuar o processo eu tenho duas opções: ou eu faço uma prova confirmatória deles (pra eles terem certeza que eu tenho todo o conhecimento necessário para ser um P. Eng.) ou eu faço um curso de Bridging  de 2 anos da Universidade Ryerson.

Enquanto isso eles me deram a certificação de EIT (Engineer in training) e um prazo de 5 anos para completar o processo. Tanto a parte do estudo quanto a parte da experiência.  A coisa boa de ser um EIT é que já posso usufluir dos beneficios igual ao P. Eng., como o networking deles (e algumas vagas de emprego são especificamente para EIT). 

Ah so esqueci de falar o mais importante: se você der entrada no processo com 6 meses de landing aqui no Canadá como residente permanente, o processo fica de graça e o primeiro ano da anuidade também (sim, mesmo sendo um EIT se paga uma anuidade, menor que um P. Eng., mas ainda tem)!

Então é isso meu povo tá ai mais ou menos como foi o meu processo. Sei que parece bem confuso (e é mesmo) então vou por um fluxograma aqui tirado do site pra ver se fica mais fácil de entender.

Fluxograma do processo de admissão

E também vou por uns links caso alguém queira mais informações:



Até a próxima,
Armando out!
 









PS: Não se sintam desencorajados pela minha experiência. Conheço dois casos de pessoas que não precisaram fazer a prova confirmatória nem o curso de Bridging, já foram direto pra prova de ética. Um deles fez a graduação no Brasil (na mesma faculdade que eu) e o mestrado aqui no Canadá e o outro tem toda a educação no Brasil, porém com graduação, mestrado e doutorado. 

Então bora pra frente que atrás vem gente.

domingo, 20 de maio de 2018

Curso de inglês para formados em engenharia fora do Canadá - ELT

Fala gente beleza?

Hoje vou falar um pouco sobre o curso de business english para engenheiros que eu comecei a fazer em Janeiro. O curso consistiu em 8 semanas aprendendo a melhorar todo o processo para arrumar emprego e tem a possibilidade de acharem um lugar para fazer placement por 6 semanas para pegar a tão famosa experiência canadense.

Aqui no Canadá eles prezam muito a experiência daqui. Então como que nós Newcomers fazemos? Essa é a ideia principal do curso. Te preparar para conseguir a vaga do placement (ou até um emprego mesmo, por que não?) para daí você conseguir a experiência e a referência canadense (outra coisa que  eles fazem aqui é checar as suas referências de trabalho).

Começou com o currículo (como por no formato canadense, como fazer você pensar fora da caixa para mudar seus accomplishments e objetivos na sua experiência de trabalho), passando pela cover letter (modelos, o que por e o que não por nela) e a entrevista (quais as perguntas mais feitas, como se portar durante a entrevista, até treinar tom de voz eles treinam). Minha turma começou com 20 pessoas, mas no final ficou 16, sendo que 2 arrumaram o placement (estágio não-remunerado para conseguir experiencia canadense) muito rápido.

A escola onde eu tive aula parece aqueles colégios de High School que vemos em filmes americanos, só que estava com uns problemas de reforma. Por exemplo, o aquecedor  da minha sala não regulava, estava sempre no quente. Aí vocês podem dizer que é uma boa né com o frio que estava aqui em janeiro. Nadica de nada. Ficava tão calor na sala que a gente deixava a porta da saída de emergência aberta pra circular o ar.

Minhas aulas eram de segunda a sexta das 9:00 até as 14:30, com um break de manhã e depois uma pausa para o almoço. A maioria dos alunos falavam persa (mais da maioria eu acho) e quase todos eram do oriente médio. Acho que os únicos que não eram fomos eu e uma francesa que resolveu vir para Ontário ao invés de Quebec porque ela não queria ir pra um lugar que falava francês, ela queria o desafio de melhorar o inglês dela.

Achei o curso bem interessante e me ajudou demais tanto na prática do inglês como na enturmação com outras culturas (a hora do almoço durante o curso era legal porque eu via os hábitos alimentares das pessoas de outras nacionalidades e foi bastante interessante). Tivemos ainda que ler um livro para fazer uma apresentação da turma (que eu acabei não apresentando porque consegui o meu placement antes do fim do curso) e um projeto real pra simular o ambiente de trabalho. O meu foi analisar o telhado do prédio da instrutora e ver se era viável utilizar painéis solares pra economizar na conta de luz (mas esse eu também não apresentei por causa do placement).

Obs: Nas conversas que tive com o pessoal lá no curso curiosamtente nenhum conhecia o programa do Express Entry. Todo mundo veio com sponsor da esposa/marido que veio primeiro estudar e conseguiu pegar o visto de trabalho. Segundo eles esse processo que fizemos ia ser muito difícil pra eles de ter a pontuação.


Turma toda conhecendo a Biblioteca no centro de Toronto

Mesa da professora/instrutora

Corredor da escola (notaram os armários tipo os de filme?)

Fachada da escola

Minha visão da sala

Minha excelentíssima ptofessora;instrutora (acabou o curso e eu ainda não sei como chamar ela)

Um pouco do que a gente aprende no curso: no quadro tem perguntas comuns que fazem em entrevistas aqui no Canadá










 E é isso pessoal espero que gostem e que ajude em alguma coisa. Se quiserem mais informações só deixar abaixo nos comentários que a gente responde na medida que soubermos.

See Yah!

Armando